sábado, 16 de abril de 2016

Padre Fábio de Melo e Celina Borges - Tudo Posso

Posso, tudo posso Naquele que me fortalece

Nada e ninguém no mundo vai me fazer desistir
Quero, tudo quero, sem medo entregar meus projetos
Deixar-me guiar nos caminhos que Deus desejou pra mim e ali estar

Vou perseguir tudo aquilo que Deus já escolheu pra mim
Vou persistir, e mesmo nas marcas daquela dor
Do que ficou, vou me lembrar
E realizar o sonho mais lindo que Deus sonhou
Em meu lugar estar na espera de um novo que vai chegar
Vou persistir, continuar a esperar e crer
E mesmo quando a visão se turva e o coração só chora
Mas na alma, há certeza da vitória

Posso, tudo posso Naquele que me fortalece
Nada e ninguém no mundo vai me fazer desistir

Vou perseguir tudo aquilo que Deus já escolheu pra mim
Vou persistir, e mesmo nas marcas daquela dor
Do que ficou, vou me lembrar
E realizar o sonho mais lindo que Deus sonhou
Em meu lugar estar na espera de um novo que vai chegar
Vou persistir, continuar a esperar e crer ...
Eu vou sofrendo, mas seguindo enquanto tantos não entendem
Vou cantando minha história, profetizando
Que eu posso, tudo posso... em Jesus

Link: http://www.vagalume.com.br/fabio-de-melo/tudo-posso.html#ixzz461bYpcJL

domingo, 13 de dezembro de 2015

Como Estrelas Na Terra - Legendado




Amigos por favor assista esse filme,  é muito emocionante, uma grande lição pra os educadores!! Esse filme relata uma historia do professor que transformou a vida de uma criança especial! São de pessoas e profissionais assim que precisamos!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Parabéns Crianças...



 vocês hoje estão colhendo mais um ano de vida, e a vida é! um dom  supremo, do criador do universo





    Vocês foram presenteadas com esse dom precioso, que é viver!
                 








Nesse instante de muitos
rpesentes, e de muitos sorrisos, recebam de todos nós, os votos de muitas felicidades.
E que vocês possam crescer com, dignidade, e tenha sabedoria  para caminhar diante do mundo, e forças para remover os obstáculos.

Vocês ainda são muito pequenas para compreender estas  coisas, muitas oportunidades estão  diante de vocês ,e  muitas opções de escolha.
Escolha sempre o certo,e  seja honestas, perseverantes  e abra os braços para a vida com o coração 
cheio de amor.
Não se esqueça de ouvir os bons conselhos e seguir somente os bons exemplos...

sábado, 18 de janeiro de 2014

Educação no Hospital:




Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional deu início à formalização do funcionamento das classes hospitalares, determinando aos governos "garantir atendimento educacional especializado gratuito aos alunos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular".

Em 2001, o Conselho Nacional de Educação, no artigo 13º da Resolução nº 2, tratou da obrigatoriedade do sistema e utilizou, pela primeira vez, a nomenclatura "classe hospitalar". Desde então, ficou definido que "os sistemas de ensino, mediante ação integrada com os sistemas de saúde, devem organizar o atendimento educacional especializado a alunos impossibilitados de frequentar as aulas em razão de tratamento de saúde que implique internação hospitalar, atendimento ambulatorial ou permanência prolongada em domicílio".

Com base nas regras anteriores, a Secretaria de Educação Especial do MEC elaborou em 2002 os termos reguladores que detalham o trabalho dentro das unidades de Saúde. Cabe aos estados e municípios adaptar essa legislação nacional e traçar orientações específicas para cada rede de ensino


Além de permitir que o aluno internado não perca tempo nos estudos e continue acompanhando o currículo de sua escola, as atividades nas classes hospitalares são apontadas por estudos como aliadas da recuperação clínica dos estudantes. Uma pesquisa conduzida pela professora Izabel Cristina Silva Moura, do Instituto  Helena Antipoff, vinculado à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, acompanhou 50 crianças por um mês em três hospitais diferentes da cidade. Ela observou que o grupo que assistia às aulas teve níveis de estresse menores do que os que não passavam pelo atendimento, de acordo com uma escala especial para esse tipo de análise.

Informalmente, essa também é uma constatação diária das educadoras que trabalham com jovens doentes. Em 2000, conta a professora Rosemary Hilário, do Hospital do Câncer, a prefeitura de São Paulo deu férias coletivas para todos os docentes, inclusive os que não atuavam nas unidades regulares. Até então, a classe de lá ficava aberta nas férias. Durante o recesso, os médicos que cuidavam dos estudantes internados relataram que as crianças usaram o dobro de analgésicos. "E, quando eram perguntadas sobre as dores, elas não sabiam responder", lembra. "Achamos que isso foi causado pelo ócio. Os alunos precisam se ocupar, esquecer que estão numa situação delicada", diz. Desde então, a classe fica aberta o ano todo, com esquema de revezamento entre os professores no período de festas  

Na prática, é a equipe médica que deve acionar as secretarias de Educação assim que um estudante da rede pública dá entrada com alguma doença severa (para os oriundos da particular, é a própria escola que deve providenciar o serviço). Em alguns estados e municípios, já existe inclusive um quadro de docentes previamente concursados e preparados para a função, e é junto a esses órgãos que interessados no emprego devem procurar orientações. "Cabe aos governos locais oferecer a mão -de- obra e as capacitações necessárias. Tudo para que o aluno se atrase o mínimo possível no ritmo de sua turma original", diz Martinha Dutra dos Santos, coordenadora-geral da Secretaria de Educação Especial do MEC.



Apesar de ser chamada tecnicamente de classe, a aula é individual, nos leitos ou em salas cedidas pela unidade de Saúde. Diferentemente de uma escola regular (onde é possível fazer atividades de longa duração), cada tarefa precisa ter início, meio e fim no mesmo dia. "É um ritmo estranho. Eu posso planejar tudo hoje e, amanhã, o estudante recebe alta. Daí eu tenho de fazer coisas novas para outra criança que acabou de chegar", conta a professora Geane Yada, do Hospital Darcy Vargas, em São Paulo.

A carga horária também é diferente das escolas, claro. O educador pode iniciar uma conversa e, em instantes, ter de parar devido a uma indisposição. O indicado é que o aluno consiga ter o mesmo conteúdo e a mesma carga horária da escola. Mas, com o sobe –e -desce do tratamento, isso nem sempre é possível.

Os especialistas alegam que as experiências em curso nem sempre ocorrem num contexto ideal. "Há o déficit de profissionais para atuar do 6º ao 9º ano. E, em muitos lugares, o voluntário ainda atua no lugar do educador", diz Eneida Simões da Fonseca, professora do Departamento de Estudos em Educação Inclusiva e Continuada da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.


Sim, a escola de origem precisa dar apoio aos professores hospitalares. Assim que um estudante chega para tratamento, o titular da classe hospitalar deve chamar a família e o futuro aluno para conversar sobre sua situação. Normalmente, um coordenador pedagógico articula essa fase. Em seguida, o docente entra em contato com a escola para solicitar o currículo que a criança seguiria e também as atividades já realizadas. Cabe à unidade de ensino encaminhar todas as tarefas previstas para que o aluno faça em sua internação - inclusive as provas, que serão devolvidas para a correção pelo educador da turma regular.


A professora Célia Wiczneski, coordenadora pedagógica do Hospital do Trabalhador, em Curitiba, conta que essa relação não é fácil e, como já aconteceu, a escola muitas vezes nem sabe que um estudante adoeceu. "Hoje é mais fácil conversar. Mas, no início, eu precisei bater o pé. E, quando não tinha solução, ligava para a Secretaria de Educação e contava o que estava acontecendo." Foi com tanto empenho que garantiu a continuidade nos estudos de vários jovens como Felipe Eduardo Alves da Silva, 9 anos, que está na 4ª série e sofre de osteomielite (infecção óssea) e precisa de internações sucessivas


O MEC sugere articular a programação de atendimento em dois momentos. No primeiro, o docente trabalha com os conteúdos definidos num currículo próprio, geral, que tem por base os Parâmetros Curriculares Nacionais. É  para evitar atrasos em caso de demora no envio dos materiais pela escola de origem", explica Rosemary Hilário, coordenadora do Hospital do Câncer. No segundo, já de posse da papelada, a equipe do hospital adapta o trabalho pedagógico de acordo com o histórico do aluno, muitas vezes lançando mão de uma avaliação inicial.


Uma articulação especial é necessária quando o estudante apresenta um quadro clínico que requer idas e vindas constantes. É o caso de Eula Carla de Lima, 12 anos. Ela está na 6ª série, sofre com displasia (anomalia) na tíbia esquerda e precisa passar por cirurgias frequentes, também no Hospital do Trabalhador. Para ela, o ano escolar acontece simultaneamente na unidade regular em que estava matriculada e no hospital.


Atualmente, já existem até cursos de especialização para ajudar os professores a enfrentar e se adaptar às situações de morte iminente. Enquanto esta reportagem estava sendo feita, uma aluna do Hospital Darcy Vargas faleceu. Para Rosemary Hilário, coordenadora do Hospital do Câncer, são coisas que acontecem. "Temos de encarar da mesma forma que faríamos em uma turma regular", argumenta. "E, na hora que os familiares chegam para conversar com você, não podemos esquecer que não somos psicólogos para dar orientações. A melhor coisa é ouvir."


A volta para a escola precisa ser pensada com antecedência. Deve-se levar em conta eventuais adaptações estruturais necessárias, como a construção de rampas para os jovens que passam a usar cadeira de rodas. A montagem bem feita de uma pasta ou arquivo, com toda a documentação sobre o período de internação, também é essencial. Devem ser reunidos os exercícios feitos, os exames aplicados e os relatórios com a carga horária total do atendimento, os conteúdos abordados e as principais dificuldades encontradas, inclusive com as observações feitas pelo docente.

A sensibilização da comunidade escolar também é essencial e ajuda a evitar comentários maldosos. Como contam os especialistas, a manutenção do vínculo com a unidade de ensino durante o período de afastamento é a melhor arma contra os problemas, já que todos estão cientes do processo.


A aplicação de provas para medir o nível do aluno em seu retorno não é defendida pelo MEC. O ideal, para o órgão, é que a equipe pedagógica estude os materiais enviados pelo hospital para chegar a um diagnóstico.
  
Texto: Bianca Bibiano
http://educarparacrescer.abril.com.br/politica-publica/classe-hospital

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

O Nome da Rosa




Leitura Crítica do filme

O Nome da Rosa, (no original “The name of the Rose”, 1986), longa-metragem dirigido por Jean-Jacques Annaud, é baseado no livro de Umberto Eco.
Por se tratar de uma adaptação da obra literária para o cinema, é preciso que se faça uma leitura cuidadosa da obra cinematográfica, cuidando para não relacionar apenas as duas obras em questão, pois se trata de uma interpretação do diretor Annaud partindo da leitura da obra de Umberto Eco.
Os atores escolhidos para atuar no filme como protagonistas são Sean Connery, que faz o papel do Frei Guilherme de Baskerville e o jovem Christian Slater como o aprendiz Adson de Melk. Mesclando suspense e romance, o filme se passa nos anos de 1316 e 1334, quando João XXII era o Papa.

Em suma, a narrativa fílmica pode ser assim descrita: Parte da trajetória do Frei de Baskerville e seu aprendiz, Adson de Melk, que acompanha seus ensinamentos, em direção a um mosteiro afastado com o propósito de investigar uma suposta morte que deveria ser advinda pelo demônio. No entanto, ao chegar, imersos em histórias diversas e controversas, eles puderam identificar que, na realidade, o finado pulou do alto de uma das torres do mosteiro. Ainda em meio a tantos mistérios, o Frei e seu aprendiz passam a investigar outras mortes, causando certa instabilidade emocional entre os religiosos.

A narrativa se segue com outro acontecimento que chama a atenção: a chegada de Bernardo Gui, um Grão-Inquisidor, com a missão de torturar e matar qualquer suspeito que tenha cometido assassinatos em nome do diabo. Começa então a perseguição ao protagonista dessa história, Frei Baskerville, acusado de ser, ele também, um dos influenciados pelas ações demoníacas.

Seguido de crimes, mistérios e acusações, o filme é ainda conduzido a partir da ideia tacanha e manipuladora da igreja em relação ao maniqueísmo bem x mal, um dos seus grandes pilares de sustentação. Além disso, há importante referência filosófica a Aristóteles (dentre tantas outras que são feitas ao longo da história que está sendo contada), visto que os crimes narrados estavam numa biblioteca que escondia propositalmente uma obra deste filósofo que expressava o prazer pela comédia.

Nesse momento a história revela segredos: um Frei antigo do mosteiro escondia esta obra, pois ela poderia fazer com que as pessoas duvidassem dos Evangelhos. Para punir aqueles que se atrevessem a lê-lo, o Frei coloca veneno mortal em suas folhas.

O momento da sociedade medieval do séc. XIV, marcada pela desintegração do feudalismo e a formação do capitalismo na Europa Ocidental na época em que a igreja controlava o estado e retirava do povo o direito ao conhecimento é o cenário onde se passa essa história. É possível observar, ali, as ocorrências na idade média quando era normal à atitude de colocar Deus e aqueles investidos da autoridade religiosa no centro de qualquer visão do mundo e de qualquer interpretação da história, o Teocentrismo, período que quase nada contribui para a psicologia, pois apesar de terem existido estudos sobre a reflexão humana, estes careceram de bases cientificas. A melhor contribuição desta época foi a importância que se evidenciou da necessidade do conhecimento e do pensar racionalmente.


Além disso, a dose cômica do filme – e que também leva a uma série de reflexões e questionamentos, diz respeito ao mistério sobre a possibilidade de alguma vez ter sido testemunhada uma risada de Jesus Cristo ou se era proibido. A seriedade, no entanto, chega a ser cômica, de fato, tendo em vista a violência extremada praticada pela igreja desde os tempos remotos.

A "violência", apesar de ser uma importante temática do filme, não é o grande motivador da discussão da obra, visto que ela aparece de maneira bastante evidente, deixando claro o propósito do diretor em discutir tantas outras questões subjacentes, como a discórdia entre os personagens do clero, por exemplo. Sobre a violência – e hoje podemos acrescentar com mais segurança – as violências cometidas pela Igreja, não se concentram apenas na inquisição, que, através dos seus tribunais, decidia de maneira arbitrária o destino de muitos que supostamente estavam mancomunados com o diabo, a representação do mal.

Outra questão importante diz respeito a toda discussão filosófica, ou metafilosófica, realizada pelo filme, na figura do personagem Frei de Baskerville que trazia todos os seus conceitos e teorias com grandes conhecimentos de suas leituras de filósofos, mostrando o início da filosofia medieval e a política banal da Igreja, que ignorava suas ideias.


Não pairam dúvidas, nessa leitura de O nome da rosa, quanto ao procedimento da igreja católica que impedia a divulgação do conhecimento pelo receio de que isto provocasse uma perda de poder. Isto provocou a morte de milhares de inocentes levados à fogueira.


Ficha Técnica


Título do filme: O NOME DA ROSA (Der Name Der Rose), baseado no romance de Umberto Eco lançado em 1980.
Ano de Lançamento: (Alemanha) 1986. Duração/Distribuição: 130 min, Globo
Direção: Jean Jacques Annaud Elenco: Sean Conery, F. Murray Abraham, Cristian Slater.


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Se todos os educadores fossem capacitados para enxergar além do que querem ou aprendem, a EDUCAÇÃO BRASILEIRA seria modelo mundial.



Amigos por favor assista esse filme é muito LINDO, E EMOCIONANTE!!! 
Ele  relata  uma historia:Um Professor pode com suas atitudes, e sua prática Pedagógica ajudar ou destruir a vida de uma criança.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

As Contribuições da Brinquedoteca no Hospital !



O desenvolvimento social das crianças é um assunto importante e deve ser tratado de forma adequada, pois a criança que vive em comunidade adquire valores de grupo.
A brinquedoteca no ambiente hospitalar tem função primordial e reconhecida no restabelecimento da saúde do pequeno paciente, por se constituir em um recurso de potencialização da continuidade do processo de desenvolvimento infanto-juvenil, uma vez que a criança e o adolescente poderão explorar um ambiente que, ao contrário do ambiente hospitalar, lhe parece familiar e acolhedor.

Segundo o Dr. Brian Sutton Smith, autoridade em desenvolvimento infantil do Departamento de Educação da Universidade da Pensilvânia, os brinquedos são tão importantes no brincar quanto os livros no estudar.

Os brinquedos dão as crianças á oportunidade de dominar e controlar o ambiente, e criar outros mundos imaginários. Brincando, as crianças constroem seu próprio mundo e os brinquedos são as ferramentas que contribuem para esta construção.
Afirma Piaget (1976)  a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades  intelectuais da criança. Estas não são apenas uma forma de desafogo ou entretenimento para gastar energia das crianças, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual.
 As brincadeiras aparentemente simples são fontes de estímulo ao desenvolvimento cognitivo, social e afetivo da criança e também é uma forma de auto-expressão..
Também, em contato com os brinquedos e as atividades programadas, os pacientes podem se tornar participantes ativos do processo de reabilitação, em que pese a maior aceitação da situação de hospitalização, maior propensão a aderir ao tratamento e o incremento da confiança na equipe de saúde.
É com os brinquedos que elas começam a desenvolver sua criatividade e sua habilidade para mudar o futuro. Quando as crianças têm oportunidade de brincar, vivem uma experiência que enriquece sua sociabilidade e sua capacidade de se tornarem seres humanos criativos.
Os brinquedos fazem com que as crianças compreendam que o mundo está cheio de possibilidades e que eles, brinquedos, simbolizam as oportunidades de expansão da criatividade do homem.
Baseando-se nestas afirmações, se faz necessário chamar a atenção dos profissionais da saúde do setor hospitalar para a implantação da brinquedoteca, como tentativa de tornar o setor infantil, Pediatria, um lugar menos hostil e mais aconchegante, aliviando as angustia e favorecendo a recuperação.
Neste ponto, a brincadeira tem participação especial. No intuito de valorizar a brincadeira e fazer dela um ponto importante no desenvolvimento infantil, surge a Brinquedoteca, ajudando a suprir a necessidade de um espaço onde à criança possa se integrar socialmente e vivenciar atividades em um ambiente repleto de ludicidade.
É possível, também associar o aparecimento da brinquedoteca como resultado de uma sociedade que teve de abolir a rua como local de encontro e brincadeira de crianças.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Inclusão Social - Pessoas com Deficiências

Maravilhoso  esse vídeo: lindo, emocionante mesmo. 
Sobre a Inclusão dos portadores de deficiência.
Que  todos  tomem  consciência  que os deficientes   tem  os  mesmos  direitos,  e  parem  de  ver  a  deficiência  como  um  empecilho  para  a 
 vida  social  e  para  o  trabalho.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Dia do Ator de Teatro


   


O Ator de Teatro faz  muito mais do que representar. Ele se entrega. Dá a sua alma em troca da emoção. Por isso, nesse dia, quero deixar claro meu respeito e admiração por todos aqueles que são Atores de Teatro, que enfrentam as dificuldades da profissão. E que jamais desistem de levar alegria, mesmo com lágrimas ao um público que ama a arte. À http://brincarnoambientehospitalar.blogspot.com.br/   desejo-lhe  há todos: muitos talentos, garras, criatividade e coragem. 
Amigos não desista dos seus sonhos! Parabéns. 
                                                  
                                                          Celeste Lima

segunda-feira, 1 de julho de 2013

vermelho como o ceu



Esse filme é uma lição de vida.. para todos  nós, que não paramos de reclamar da vida em quando temos tudo... Nós reclamos de tudo enquanto tem pessoas que passa por dificuldades como o garotinho do filme, e que consegue superar todos os obstáculos!

terça-feira, 2 de abril de 2013

02 de abril: Dia Mundial de Conscientização do Autismo














Nesta terça-feira (02/04) é comemorado o Dia Mundial de Conscientização
do Autismo, um transtorno definido por mudanças que acontecem 
antes dos três anos de idade e que se caracteriza por alterações 
qualitativas na comunicação, na interação social e no uso da imaginação.




O Dia Mundial do Autismo, comemorado anualmente no dia 2 de abril, 
foi criado pela 
Organização das Nações Unidas, em 18 de Dezembro de 2007,
 para a conscientização acerca dessa questão.
 No primeiro evento, em 2 de abril de 2008, o Secretário-Geral da ONU,
 Ban Ki-moon,elogiou a iniciativa do Catar e da família real do país,
 um dos maiores incentivadores para a proposta de criação do dia, pelos 
esforços de chamar a atenção sobre o autismo.
No evento de 2010, a ONU declarou que, segundo especialistas, 
acredita-se que a doença atinja cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo,
 afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem.
Em 2011, o Brasil teve o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, iluminado de azul
 nos dias 1 e 2 de abril,além da Ponte Estaiada em São Paulo[5],
 os prédios do Senado Federal e do Ministério da Saúde em Brasília, 
o Teatro Amazonas em Manaus, a torre da Usina do Gasômetro,
 em Porto Alegre, entre muitos outros. Em Portugal, monumentos e
 prédios, como a Torre dos Clérigos e a estátua do Cristo Rei em frente a
 Lisboa também foram iluminados de azul para a data.
O autismo é uma inadequacidade no desenvolvimento que se manifesta de
 maneira grave por toda a vida.
 É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida.
 Acomete cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais
 comum no sexo masculino do que no feminino.
 É encontrado em todo o mundo e em famílias de qualquer configuração racial,
 étnica e social. 
Não se conseguiu até agora provar qualquer causa psicológica no meio ambiente
 dessas crianças, que possa causar a doença.
Segundo a ASA, os sintomas são causados por disfunções físicas do 
cérebro, verificados pela anamnese  ou presentes no exame ou
 entrevista com o indivíduo. Incluem:



1. Distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas, sociais e 
linguísticas.
2. Reações anormais às sensações. As funções ou áreas mais afetadas são:
 visão, audição,tato, dor, equilíbrio, olfato, gustação e maneira de manter o corpo.
3. Fala e linguagem ausentes ou atrasadas. Certas áreas específicas do pensar,
 presentes ou não.
 Ritmo imaturo da fala, restrita compreensão de idéias. Uso de palavras 
sem associação com o significado.
4. Relacionamento anormal com os objetivos, eventos e pessoas. 
Respostas não apropriadas a adultos e crianças. Objetos e brinquedos não
 usados de maneira devida.
O Transtorno Autista consiste na presença de um desenvolvimento 
comprometido ou acentuadamente anormal da interação social e da
 comunicação e um repertório muito restrito de atividades e interesses.
 As manifestações do transtorno variam imensamente, dependendo do
nível de desenvolvimento e da idade cronológica do indivíduo.

Autismo infantil: Transtorno global do desenvolvimento caracterizado por: a)
 um desenvolvimento anormal ou alterado, manifestado antes da idade de
 três anos, e b) apresentando uma perturbação característica do funcionamento 
em cada um dos três domínios seguintes: interações sociais,comunicação,
 comportamento focalizado e repetitivo. Além disso, o transtorno se acompanha
 comumente de numerosas outras manifestações inespecíficas, por exemplo:
 fobias, perturbações de sono ou da alimentação, crises de birra ou
 agressividade (auto-agressividade).

QUADRO 1 – Critérios Diagnósticos para 299.00 Transtorno Autista (DSM-IV-TR).

A. Um total de seis (ou mais) itens de (1), (2) e (3), com pelo menos dois de (1),
 um de (2) e um de (3):
(1) Comprometimento qualitativo da interação social, manifestado por pelo menos
 dois dos seguintes aspectos:
(a) comprometimento acentuado no uso de múltiplos comportamentos não-verbais,
 tais como contato visual direto, expressão facial, posturas corporais e gestos
 para regular a interação social
(b) fracasso em desenvolver relacionamentos com seus pares apropriados ao 
nível de desenvolvimento
(c) ausência de tentativas espontâneas de compartilhar prazer, interesses ou 
realizações com outras pessoas (por exemplo, não mostrar, trazer ou apontar
 objetos de interesse)(d) ausência de reciprocidade social ou emocional

B. Atrasos ou funcionamento anormal em pelo menos uma das seguintes áreas, 
com início antes dos 3 anos de idade: (1) interação social, (2) linguagem para
 fins de comunicação social ou (3) jogos imaginativos ou simbólicos.
C. A perturbação não é melhor explicada por Transtorno de Rett ou Transtorno
 Desintegrativo da Infância.

QUADRO 2 – Critérios Diagnósticos para F84.0 Autismo Infantil (CID-10).
Transtorno global do desenvolvimento caracterizado por:
a) um desenvolvimento anormal ou alterado, manifestado antes da
 idade de
 três anos
b) presença de uma perturbação característica do funcionamento em cada um 
dos três domínios 
seguintes: interação social, comunicação, comportamento focalizado e repetitivo

O transtorno se acompanha comumente de numerosas outras
 manifestações inespecíficas, por exemplo, fobias, perturbações de
 sono ou da alimentação, crises de birra ou agressividade.

Os sistemas diagnósticos (DSM-IV e CID-10) têm baseado seus critérios em 
problemas apresentados
 em três áreas, com início antes dos três anos de idade, que são:
a) comprometimento na interação social,
b) comprometimento na comunicação verbal e não-verbal, e no brinquedo 
imaginativo,
c) comportamento e interesses restritos e repetitivos.

É relevante salientar que essas informações devem ser utilizadas
 apenas como referência.

 
Recomenda-se caracterizar a queixa da família: sinais, sintomas, 
comportamento,nível de desenvolvimento cognitivo e escolar do 
indivíduo - quando for o caso, relacionamento inter-pessoal, investigar os
 antecedentes gineco-obstétricos, história médica pregressa,
 história familiar de doenças neurológicas, psiquiátricas ou genéticas,
 analisar os critérios do DSM-IV-TR ou da CID-10,realizar avaliações 
complementares (investigações bioquímicas, genéticas,neurológicas,
 psicológicas, pedagógicas, fonoaudiológicas, fisioterápicas),
 pensar a respeito do diagnóstico diferencial, investigar a presença
 de co-morbidades, classificar o transtorno, planejar e efetivar o tratamento.
Muitas vezes, o autismo é confundido com outras síndromes ou com outros
 transtornos globais do desenvolvimento, pelo fato de não ser diagnosticado
 através de exames laboratoriais ou de imagem,por não haver marcador
 biológico que o caracterize, nem necessariamente aspectos sindrômicos
 morfológicos específicos; seu processo de reconhecimento é dificultado, 
o que posterga a sua identificação.
Um diagnóstico preciso deve ser realizado, por um profissional qualificado,
 baseado no comportamento,anamnese e observação clínica do indivíduo.
O autismo pode ocorrer isoladamente, ser secundário ou apresentar 
condições associadas, razão pela qual é extremamente importante a
 identificação de co-morbidades bioquímicas,genéticas, neurológicas,
 psiquiátricas, entre outras.

CONDIÇÕES QUE PODEM ESTAR ASSOCIADAS AO AUTISMO:

Acessos de raiva
Agitação
Agressividade
Auto-agressão, auto-lesão (bater a cabeça, morder os dedos, as mãos
 ou os pulsos)
Ausência de medo em resposta a perigos reais
Catatonia
Complicações pré, peri e pós-natais
Comportamentos autodestrutivos
Déficits de atenção
Déficits auditivos
Déficits na percepção e controle motor
Déficits visuais
Epilepsia (Síndrome de West)
Esquizofrenia
Hidrocefalia
Hiperatividade
Impulsividade
Irritabilidade
Macrocefalia
Microcefalia
Mutismo seletivo
Paralisia cerebral
Respostas alteradas a estímulos sensoriais (alto limiar doloroso, 
hipersensibilidade aos sons ou ao toque, reações exageradas à luz ou a odores,
 fascinação com certos estímulos)
Retardo mental
Temor excessivo em resposta a objetos inofensivos
Transtornos de alimentação (limitação a comer poucos alimentos)
Transtornos de ansiedade
Transtornos de linguagem
Transtorno de movimento estereotipado
Transtornos de tique
Transtornos do humor/ afetivos (risadinhas ou choro imotivados, uma aparente 
ausência de reação emocional)
Transtornos do sono (despertares noturnos com balanço do corpo)

SÍNDROMES CROMOSSÔMICAS OU GENÉTICAS:

Acidose láctica
Albinismo oculocutâneo
Amaurose de Leber
Desordem marfan-like
Distrofia muscular de Duchenne
Esclerose Tuberosa
Fenilcetonúria
Galactosemia
Hipomelanose de Ito
Histidinemia
Neurofibromatose tipo I
Seqüência de Moebius
Síndrome de Angelman
Síndrome de Bourneville
Síndrome da Cornélia de Lange
Síndrome de Down
Síndrome fetal alcóolica
Síndrome de Goldenhar
Síndrome de Hurler
Síndrome de Joubert
Síndrome de Laurence-Moon-Biedl
Síndrome de Landau-Kleffner
Síndrome de Noonan
Síndrome de Prader-Willi
Síndrome da Talidomida
Síndrome de Tourette
Síndrome de Sotos
Síndrome do X-frágil
Síndrome de Williams
INFECÇÕES ASSOCIADAS AO AUTISMO:
Caxumba
Citomegalovírus
Herpes simples
Pneumonia
Rubéola
Sarampo
Sífilis
Toxoplasmose
Varicela

O diagnóstico do transtorno autista é clínico e não poderá, portanto, 
ser feito puramente com base em testes e ou escalas de avaliação.
Avaliações de ordem psicológica, fonoaudiológica e pedagógica são
 importantes para uma avaliação global do indivíduo.
Recomenda-se utilizar um instrumento de avaliação adicional para identificar
 a presença de Retardo Mental (RM). Na maioria dos casos de autismo 
(70% a 85%), existe um diagnóstico associado de RM que pode variar de 
leve a profundo.